A Vida de Santa Terezinha

Co-padroeira da França. Santa Terezinha, santidade renovada, porque soube ser sempre tão pequena que Deus a fez grande.


" A caridade me deu a chave de minha vocação".
Santa Terezinha 1873-1897

" A maior santa dos tempos modernos" 
(Papa S.Pio X)
 

Santa Terezinha do Menino Jesus, Carmelita Descalça, nasceu em 1873 e morreu com 24 anos em 30 de setembro de 1897.

O tempo que Deus confiou a Santa Terezinha foi vivido de forma simples e intensamente. Os pais, de vocações religiosas frustradas de forma ridícula e clamorosa - o pai, por não saber latim, não pode entrar na Ordem dos monges de São Bernardo, e a mãe foi recusada pelas irmãs Vicentinas, sem nenhuma explicação - casaram-se desejosos de ter um filho para oferecer a Deus. Dos nove filhos que tiveram, dois eram meninos e morreram ainda crianças. Sobreviveram cinco filhas. Todas entraram para a vida religiosa, acabando assim a descendência direta da família Martin.


Teresa nasceu em 2 de janeiro de 1873. O fato marcante da infância de Terezinha é a morte da mãe. Ela tem 4 anos e meio e não se lembra de tudo. Mas não consegue esquecer o último beijo que deu no rosto da mãe morta. É uma experiência que poder-se-ia chamar de trágica, e deixa seqüelas em sua vida. Outros momentos importantes na vida de Santa Teresinha são: a viagem à Itália, a entrada no Carmelo, a doença do Pai, suas dificuldades na oração. É uma ótima psicóloga e sabe administrar bem conflitos e sofrimentos de sua vida. Não se queixa, sabe oferecer tudo ao Amor Misericordioso, a quem se oferece pela salvação dos pecadores e pela santificação dos sacerdotes.

Particularmente intensos são os dois últimos anos de sua vida. A doença - tuberculose - a faz amadurecer, torna-a apta para descobrir a alegria na dor como participação nos sofrimentos de Jesus; como participação nos múltiplos sofrimentos de tantos irmãos que vivem à margem da vida e são marginalizados por tantos preconceitos.

Madre Inês é sua própria irmã Paulina. Sabe captar a importância e riqueza de sua irmãzinha. Por isso lhe ordenará escrever as lembranças de sua infância. Celina, quando ingressa no Carmelo, leva consigo toda a parafernália de uma máquina fotográfica da época e transforma-se em ótima fotógrafa que, com a licença da austera Madre Maria Gonzaga, pode bater fotos à vontade - algo inexplicável até hoje para muitos Carmelos, mas são os segredo que Deus não revela a ninguém. De nenhuma santa e santo da época temos um álbum fotográfico tão precioso e tão rico como o de Santa Teresinha.


Os últimos 5 meses da vida de Santa Terezinha, maio-setembro de 1897, foram marcados pelas últimas palavras que pronunciava, as respostas que dava a quem lhe perguntava algo. Tudo foi fielmente documentado pela ágil e fiel caneta de Madre Inês, até que, na noite de 30 de setembro, às 19 horas e 20 minutos, Terezinha morreu fazendo sua profissão de fé que tinha repetido durante toda sua vida: "Meu Deus, eu vos amo... eu vos amo". 
Assim vivem e morrem os santos, amando a Deus.

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